O fim da propriedade privada é a garantia da liberdade e da dignidade de cada uma das pessoas, ajudando-as a satisfazer as necessidades fundamentais próprias daqueles por quem se tem a responsabilidade e dos outros que vivem em necessidade.
Veja este tema no Catecismo
Parágrafo 2404
2404. «Quem usa desses bens, não deve considerar as coisas exteriores, que legitimamente possui, só como próprias, mas também como comuns, no sentido de que possam beneficiar, não só a si, mas também aos outros»(148). A propriedade dum bem faz do seu detentor um administrador da providência de Deus, com a obrigação de o fazer frutificar e de comunicar os seus benefícios aos outros, a começar pelos seus próximos.
Parágrafo 2405
2405. Os bens de produção – materiais ou imateriais – como terras ou fábricas, competências ou artes, requerem os cuidados dos seus possuidores, para que a sua fecundidade aproveite ao maior número. Os detentores dos bens de uso e de consumo devem utilizá-los com moderação, reservando a melhor parte para o hóspede, o doente, o pobre.
Parágrafo 2406
2406. A autoridade política tem o direito e o dever de regular, em função do bem comum, o exercício legítimo do direito de propriedade (149)
Acesse nossos estudos biblicos:
Como lidar com a oposição à verdade do Evangelho?
Qual é a história da celebração da festa da dedicação (Hanukkah) descrita em 2 Macabeus 10:39-45?
Qual é a importância de perseverar na fé, de acordo com 2 João 1:8?
O que podemos aprender sobre a inconstância dos ricos e o valor da humildade em Eclesiastes 9:13-16?
O que a Bíblia diz sobre a verdadeira fonte de consolo em tempos de aflição?


