Há actos, cuja escolha é sempre ilícita, por causa do seu objecto (por exemplo, a blasfémia, o homicídio, o adultério). A sua escolha comporta uma desordem da vontade, isto é, um mal moral, que não pode ser justificado com os bens que eventualmente daí pudessem derivar.
Veja este tema no Catecismo
Parágrafo 1756
1756. É, portanto, erróneo julgar a moralidade dos actos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram. Há actos que, por si e em si mesmos, independentemente das circunstâncias e das intenções, são sempre gravemente ilícitos em razão do seu objecto; por exemplo, a blasfémia e o jurar falso, o homicídio e o adultério. Não é permitido fazer o mal para que dele resulte um bem.
Parágrafo 1761
1761. Há comportamentos concretos pelos quais é sempre errado optar, porque a sua escolha inclui uma desordem da vontade, isto é, um mal moral. Não é permitido fazer o mal para que dele resulte um bem.
Acesse nossos estudos biblicos:
Como a justiça e a misericórdia de Deus são reveladas em Isaías? (Isaías 58:1-14)
Qual é o exemplo de perseverança na fé que Paulo deixou em 2 Timóteo 4:7?
Qual é a história de Abimeleque e o perdão em Juízes 9:22-57?
O que diz Naum 1:9 sobre a misericórdia de Deus para aqueles que se arrependem?
Qual é a mensagem de Jeremias sobre o amor incondicional de Deus?
O que o livro de Cântico dos Cânticos nos ensina sobre a busca pelo amado/a?


