369. Há actos que são sempre ilícitos?

Há actos, cuja escolha é sempre ilícita, por causa do seu objecto (por exemplo, a blasfémia, o homicídio, o adultério). A sua escolha comporta uma desordem da vontade, isto é, um mal moral, que não pode ser justificado com os bens que eventualmente daí pudessem derivar.


Veja este tema no Catecismo

Parágrafo 1756

1756. É, portanto, erróneo julgar a moralidade dos actos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram. Há actos que, por si e em si mesmos, independentemente das circunstâncias e das intenções, são sempre gravemente ilícitos em razão do seu objecto; por exemplo, a blasfémia e o jurar falso, o homicídio e o adultério. Não é permitido fazer o mal para que dele resulte um bem.

Parágrafo 1761

1761. Há comportamentos concretos pelos quais é sempre errado optar, porque a sua escolha inclui uma desordem da vontade, isto é, um mal moral. Não é permitido fazer o mal para que dele resulte um bem.


Acesse nossos estudos biblicos:

Como a justiça e a misericórdia de Deus são reveladas em Isaías? (Isaías 58:1-14)

Qual é o exemplo de perseverança na fé que Paulo deixou em 2 Timóteo 4:7?

Qual é a história de Abimeleque e o perdão em Juízes 9:22-57?

O que diz Naum 1:9 sobre a misericórdia de Deus para aqueles que se arrependem?

Qual é a mensagem de Jeremias sobre o amor incondicional de Deus?

A busca pelo amor verdadeiro é um tema presente na Bíblia. O que podemos aprender sobre esse assunto a partir do livro de Cânticos?

O que o livro de Cântico dos Cânticos nos ensina sobre a busca pelo amado/a?