472. Porque é que a sociedade deve proteger o embrião?

O direito inalienável à vida de cada ser humano, desde a sua concepção, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação. Quando o Estado não coloca a sua força ao serviço dos direitos de todos e em particular dos mais fracos, e entre eles dos concebidos ainda não nascidos, passam a ser minados os próprios fundamentos do Estado de direito.


Veja este tema no Catecismo

Parágrafo 2274

2274.  Uma vez que deve ser tratado como pessoa desde a concepção, o embrião terá de ser defendido na sua integridade, tratado e curado, na medida do possível, como qualquer outro ser humano. O diagnóstico pré-natal é moralmente lícito, desde que «respeite a vida e a integridade do embrião ou do feto humano, e seja orientado para a sua defesa ou cura individual [...]. Mas está gravemente em oposição com a lei moral, se previr, em função dos resultados, a eventualidade de provocar um aborto. Um diagnóstico [...] não pode ser equivalente a uma sentença de morte» (54).


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Qual é a importância da comunhão com Cristo segundo 1 Coríntios 1:9?

Qual é a mensagem de Ezequiel sobre a responsabilidade individual perante Deus?

Qual é a relação entre verdade e alegria mencionada em 2 João 1:4?

O que podemos aprender sobre a teologia do sofrimento a partir da história de Jó descrita em Jó 1:1-22?

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