1828. A prática da vida moral animada pela caridade dá ao cristão a liberdade espiritual dos filhos de Deus. O cristão já não está diante de Deus como um escravo, com temor servil, nem como o mercenário à espera do salário, mas como um filho que corresponde ao amor «d’Aquele que nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19):
«Nós, ou nos desviamos do mal por temor do castigo e estamos na atitude do escravo, ou vivemos à espera da recompensa e parecemo-nos com os mercenários; ou, finalmente, é pelo bem em si e por amor d’Aquele que manda, que obedecemos […], e então estamos na atitude própria dos filhos» (82).
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579. Qual é o lugar do Pai Nosso nas Escrituras?
585. Com que espírito de comunhão e missão dizemos ao rezar a Deus Pai «nosso»?
558. Quais as fontes da oração cristã?
136. Que quer dizer a Igreja quando professa: «Creio no Espírito Santo»?
597. Porque concluímos pedindo: «Mas livra-nos do Mal»?
507. Como é que o homem se deve comportar com os animais?
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