Parágrafo 1472

1472. Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência. O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, portanto, torna-nos incapazes da vida eterna, cuja privação se chama «pena eterna» do pecado. Por outro lado, todo o pecado, mesmo venial, traz consigo um apego desordenado às criaturas, o qual precisa de ser purificado, quer nesta vida quer depois da morte, no estado que se chama Purgatório. Esta purificação liberta do que se chama «pena temporal» do pecado. Estas duas penas não devem ser consideradas como uma espécie de vingança, infligida por Deus, do exterior, mas como algo decorrente da própria natureza do pecado. Uma conversão procedente duma caridade fervorosa pode chegar à total purificação do pecador, de modo que nenhuma pena subsista (82).


Aprofunde seus conhecimentos

154. Quais são as características do povo de Deus?

15. A quem é confiado o depósito da fé?

287. Porque é que a Eucaristia é banquete pascal?

223. Na liturgia, como actua o Espírito Santo em relação à Igreja?

296. Como é chamado este sacramento?

519. Como é que os cristãos participam na vida política e social?

135. Como é que Cristo julgará os vivos e os mortos?


Acesse nossos estudos biblicos:

Qual é o papel dos dons espirituais na edificação da igreja, de acordo com Efésios 4:7-16?

Qual é o significado de ser “irrepreensível” de acordo com a passagem de 2 Pedro 3:14?

Qual é a mensagem da visão celestial de Isaías sobre a glória do Senhor revelada em Isaías 40:1-31?

O que Sabedoria 8:7 nos ensina sobre a sabedoria como fonte de virtude e honra?

Justificação pela fé: o que a Bíblia diz? (Romanos 1:17)

Qual é a importância da gratidão e do contentamento de acordo com o livro de Eclesiastes?

Como a fé pode influenciar o comportamento cristão de acordo com 2 Tessalonicenses 1:11-12?