609. Ao partilhar, no seu coração humano, o amor do Pai para com os homens, Jesus «amou-os até ao fim» (Jo 13, 1), «pois não há maior amor do que dar a vida por aqueles que se ama» (Jo 15, 13). Assim, no sofrimento e na morte, a sua humanidade tornou-se instrumento livre e perfeito do seu amor divino, que quer a salvação dos homens (470). Com efeito, Ele aceitou livremente a sua paixão e morte por amor do Pai e dos homens a quem o Pai quer salvar: «Ninguém Me tira a vida. Sou Eu que a dou espontaneamente» (Jo 10, 18). Daí, a liberdade soberana do Filho de Deus, quando Ele próprio vai ao encontro da morte (471).
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175. Em que consiste a missão dos Apóstolos?
293. Quando é possível administrar a sagrada Comunhão aos outros cristãos?
201. Porque é que a Igreja tem o poder de perdoar os pecados?
376. A consciência moral pode emitir juízos erróneos?
337. Qual é o desígnio de Deus acerca do homem e da mulher?
221. De que modo o Pai é a fonte e o fim da liturgia?
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O que significa a promessa de salvação e redenção em meio ao julgamento em Miquéias 2:12-13?
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